quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Acidente com avião mata quase todo um time de hoquéi


A liga continental de hóquei no gelo (KHL), que reúne as melhores equipes russas e de outros países da extinta URSS, anunciou nesta quinta-feira o adiamento do início da temporada, após o acidente aéreo que matou quase todos os jogadores do Lokomotiv Yaroslavl.

"Após a morte trágica de 7 de setembro, em um acidente de avião, da equipe do Lokomotiv, a decisão tomada foi adiar as partidas do campeonato da KHL", anunciou a liga em um comunicado.
A liga ainda não definiu a nova data para o início da temporada.

A competição começaria na quarta-feira com uma partida entre o Ufa, atual campeão, e o Mytischi.
As equipes de resgate russas confirmaram nesta quinta-feira que encontraram os corpos das 43 vítimas do acidente, em sua maioria jogadores do Lokomotiv, alguns de fama internacional.

Entre as vítimas estão o goleiro sueco Stefan Liv (30 anos), campeão olímpico e mundial em 2006, o eslovaco Pavol Demitra (36 anos), três jogadores tchecos, a estrela da Letônia Karlis Skrastins (37 anos) e o alemão Robert Dietrich.

A equipe viajava a Minsk (Belarus) para disputar a primeira partida na temporada.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

11 de setembro,o dia em que o mundo mudou parte III



World Trade Center: O complexo de sete torres ocupava 64.750 metros quadrados. Os dois prédios principais tinham 110 andares cada um. A altura do WTC-1 era de 417 metros e a do WTC-2,  dois metros menos. As outras torres variavam entre 8 e 47 andares. O conjunto abrigava escritórios de 400 empresas de 25 países e 50.000 pessoas trabalhavam nas torres norte e sul. Havia seis subsolos, com um centro comercial, estacionamento para 2.000 carros, acesso para duas estações de metrô e uma de trens. O conjunto gerava 50 toneladas de lixo por dia e consumia 8,5 milhões de litros de água potável. As máquinas de ar condicionado sugavam 363 000 litros de água por minuto do Rio Hudson e a antena de 110 metros do prédio WTC-1 era usada por dez emissoras de TV de Nova Iorque.


O ataque ao WTC: As torres gêmeas do World Trade Center foram construídas para resistir ao impacto de um Boeing 727.   Não caíram quando os aviões entraram pelas janelas, numa manobra que revelou a enorme perícia de quem os pilotava. O modo como os terroristas acertaram os prédios dá indícios de um planejamento milimétrico. Na velocidade máxima, acima dos 800 quilômetros A queda da primeira torre - 11 de Setembro de 2001 (www.portalbrasil.net)por hora, um grande avião empurra tamanha quantidade de ar a sua frente que é virtualmente impossível que acerte um paredão numa colisão frontal. “A turbulência seria tão forte diante da parede que tiraria o Boeing da trajetória”, explica David Barioni Neto, vice-presidente técnico da companhia aérea Gol. Por isso eles voaram mais lentamente — calcula-se que a 450 quilômetros por hora — e optaram pela trajetória curva para chegar ao objetivo. No caso do Pentágono, em que não há imagens do momento do impacto, o problema é parecido. Descer uma aeronave de 115 toneladas numa pista de aeroporto exige combinar velocidade e aerodinâmica com equipamentos de precisão. Pousar sobre um alvo específico é quase uma loteria. Em todos os momentos, os extremistas mostraram o conhecimento de quem passou muito tempo num simulador de vôo, além de prática efetiva. Desligaram, por exemplo, os transponders que emitem sinais eletrônicos sobre a localização das aeronaves. Passaram também a voar em baixa altitude, fora do alcance dos radares. E, pelo menos num caso, foram eles que mandaram os passageiros ligar por celular para avisar do seqüestro. Queriam publicidade máxima de seus atos e agiram como se tivessem antecipado o cenário que construiriam.

Mesmo bastante avariadas, as torres não teriam caído só com os choques dos 767 contra suas estruturas. Cada aeronave colidiu contra as armações de aço e vidro com uma força de impacto equivalente a mais de 1.000 vezes o próprio peso. A maior parte da estrutura dos aviões é de alumínio. Numa batida dessas, seu corpo vai se deformando, franzindo, até transferir sobre a superfície atingida uma força capaz de rasgá-la. Nesse ponto, tudo o que está em seu interior já foi arremessado para a frente como se houvesse uma freada instantânea. Só então o resto da fuselagem penetra na estrutura. Quando isso aconteceu, os prédios tremeram, oscilaram e rangeram, como contam os sobreviventes do atentado terrorista em Nova York, mas se mantiveram de pé. Muita gente que estava nos andares inferiores escapou da morte na hora seguinte. Pessoas que estavam acima do 103º andar no edifício norte, o primeiro a ser acertado, ou do 93º da torre sul não tiveram a mesma chance. Os aviões em chamas praticamente dividiram seus alvos em dois blocos. Tudo o que havia nos pavimentos diretamente atingidos, móveis e pessoas, foi pulverizado pela explosão ou arremessado para fora pelo deslocamento de ar. 

Quem estava acima do ponto de colisão não tinha chance de passar pela parede de chamas que tomou quase dez andares de cada construção. Todas essas pessoas acabariam morrendo — no fogo, num salto de mais de 300 metros ou no desabamento.
Cai a segunda torre do WTC - 11 de Setembro de 2001 (www.portalbrasil.net)

           Foram os incêndios, combinados com uma característica tecnológica dos arranha-céus, que os puseram abaixo. No impacto, cada área atingida alcançou imediatamente a temperatura de 450 graus Celsius, o ponto de combustão do querosene de aviação. Cada Boeing levava combustível suficiente para voar por mais 4.000 quilômetros — ou para queimar por algumas horas. Divisórias e móveis de madeira e plástico incendiaram-se também. A temperatura chegou aos 1.000 graus. O aço não se funde nesse ponto, mas perde dureza. Sustentados pelas colunas de aço de sua armação exterior, como gaiolas, os edifícios tiveram várias delas cortadas pelo efeito faca da penetração dos aviões. Depois, chegaram depressa ao ponto de colapso estrutural por causa do peso nas partes superiores aos pontos em que aconteceram os choques. O topo de cada torre sustentava um engenho cuja função era contrabalançar os efeitos do vento. Para garantir a resistência da estrutura a ventanias de até 320 quilômetros por hora, que deslocavam lateralmente a parte mais alta dos edifícios mais de 1 metro, essa placa de aço e concreto, montada sobre roletes, movia-se sempre na direção oposta à inclinação, impedindo que se alterasse o centro de gravidade do conjunto.

Essa plataforma pesava 600 toneladas. Cada laje dos blocos tinha mais 40 toneladas. Havia dezoito lajes acima dos andares avariados na torre sul e oito sobre os que ardiam no outro prédio. Quando o aço começou a se deformar, pelo calor, todo esse volume veio abaixo e funcionou como um martelo — um martelo que ganhava mais peso a cada andar que ia sendo esmagado. Técnicos em edificações supõem que os terroristas imaginaram esse efeito cascata de destruição ao planejar os atentados. “Se tivessem atingido o primeiro terço inferior dos prédios provavelmente eles ainda estariam de pé”, diz o arquiteto paulista Rubens Ascoli Brandão, que defendeu há quatro anos uma tese sobre o World Trade Center. “As colunas externas, que seguram tudo, começam muito grossas embaixo e vão afinando à medida que têm de suportar menos peso.” No ponto em que acertaram, os pilotos conseguiram produzir os piores efeitos. O World Trade Center agüentou os aviões, agüentaria focos de incêndio e até bombas. Mas impacto, chamas e explosões foram agressões demais.
 
 No final, pessoas de 60 nacionalidades diferentes faleceram no acidente que destruiu o World Trade Center, um complexo de escritórios e empresas multinacionais que abrigava mais de 20.000 pessoas trabalhando no dia a dia. Outras milhares de pessoas visitavam os edifícios, que ainda estavam relativamente vazios, em razão do horário. As nacionalidades das pessoas desaparecidas segundo fontes do Departamento de Estado do governo americano e do Consulado-Geral do Brasil em Nova York são: 3 613 Estados Unidos, 403 Holanda, 250 Índia, 208 Colômbia, 206 Alemanha, 200 Grã-Bretanha, 200 Paquistão, 150 Canadá, 133 Israel, 96 Rússia, 86 Itália, 71 El Salvador, 68 Portugal, 55 Austrália, 55 Bangladesh, 40 Áustria, 34 Irlanda, 34 Equador, 30 Polônia, 30 Coréia do Sul, 25 República Dominicana, 23 Japão, 20 Grécia, 17 México, 10 República Tcheca, 10 Eslováquia, 10 França, 8 Marrocos, 8 Iêmen, 7 Honduras, 7 Jamaica, 7 Taiwan, 6 Argentina, 6 Guatemala, 5 BRASIL, 5 Irã, 4 Bélgica, 4 Belize, 4 China, 4 Trinidad e Tobago, 3 Barbados, 3 Líbano, 3 Panamá, 3 Peru, 3 Venezuela, 2 Jordânia, 1 Bahamas, 1 Chile, 1 Costa Rica, 1 Dinamarca, 1 Egito, 1 Gana, 1 Indonésia, 1 Nova Zelândia, 1 Paraguai, 1 Sri Lanka, 1 Santa Lúcia, 1 Turquia, 1 Ucrânia e 1 Bielo-Rússia.

As autoridades registraram 6 300 pessoas desaparecidas. De mais de metade delas já havia amostras de DNA enviadas pelos familiares — fios de cabelo, roupas, escova de dentes. Noutros casos, pais e descendentes doaram amostras de material genético para comparação com o de vítimas desfiguradas. Mas só 400 partes de corpos foram encontradas. “São mínimas as possibilidades de ainda haver sobreviventes”, resignou-se na terça-feira o prefeito Rudolph Giuliani. Dos escombros dos prédios, apenas sete vítimas saíram com vida. Dessas, quatro eram bombeiros aprisionados pelo desabamento do primeiro edifício.

     

11 de setembro,o dia em que o mundo mudou parte II


11 de Setembro de 2001: Um poderoso e terrível ataque terrorista, ocorreu na manhã do dia 11 de Setembro de 2001 (exatamente às 8h48m e 9h03m locais), atingindo as duas torres do maior conjunto comercial do mundo, o World Trade Center, em Nova Iorque, que veio abaixo horas após ter sido parcialmente destruído por duas aeronaves comerciais Boeing 767, com um total de 157 passageiros a bordo. Eles haviam decolado de Boston (às 7h58m com 65 passageiros e às 7h59m com 92 passageiros e ambos com destino a Los Angeles).
           
Logo em seguida outra aeronave Boeing 757 da American Airlines, que havia decolado às 8h10m do Aeroporto de Dulles em Washington, com destino a Los Angeles, com 64 ocupantes (58 passageiros, 4 comissários e 2 pilotos), atingia em cheio o prédio do Pentágono, destruindo parte do conjunto e matando muitos funcionários do governo federal americano (exatamente às 9h43m). Outra aeronave Boeing 757, que havia decolado do Aeroporto de Newark em Nova Iorque às 8h01m com destino a São Francisco, foi sequestrada e derrubada, às 10h10m, caindo em Shanksville, a 130 quilômetros ao sul de Pittsburgh, na Pensilvânia, com 38 passageiros, 5 tripulantes e 2 pilotos (45 pessoas). No total foram quatro sequestros simultâneos, todos perfeitamente estudados e friamente consumados por terroristas árabes, provavelmente bancados pelo milionário saudita Osama Bin Laden, que na época vivia no Afeganistão e possuia uma fortuna pessoal estimada de US$ 300 milhões (R$ 1,1 bilhão se convertido à época).

Pentágono: O avião atingiu a ala sudoeste do edifício e atravessou os anéis E, D e C. Calcula-se que tenham morrido em torno de 130 funcionários do governo americano. O local atingido abriga gabinetes executivos do Exército, além dos escritórios da Secretaria de Guerra. Fica em frente ao heliporto usado por autoridades. Previa-se que o presidente George W. Bush usaria essa instalação ainda naquela manhã, quando retornasse da Flórida. Ou seja, tudo leva a crer que os terroristas possuiam informantes dentro do próprio governo dos Estados Unidos. Um dos pilotos que comandou a destruição possuia dois cursos superiores na Alemanha e teve diversos treinamentos nos Estados Unidos. Daí se pode observar que o plano foi orquestrado friamente e por pessoas de
alto gabarito e muita determinação.  


E no próximo post falaremos mais sobre o ataque que mudou a história e o rumo do mundo no século 21...

11 de setembro,o dia em que o mundo mudou


Bom,a partir do dia de hoje,irei fazer uma pesquisa em alguns materiais que guardo desde muito tempo(é um hobbie meio estranho que tenho,guardar reportagens sobre acontecimentos marcantes),e postar um pouco do que foi o dia 11 de setembro de 2001,conhecido em todo mundo,e com certeza será conhecido por toda a história.


Pois bem,eu acho que nem é preciso falar que as imagens do atentado ficaram na memória de todo mundo,e várias gerações foram marcadas por esse acontecimento.


Ano de 2001,tudo levava a crer que seria um início de século de paz,igualdade,fraternidade,e todas aquelas mensagens boas que a gente sempre escuta em fim de ano.Depois de anos de guerras mundiais,guerra fria,mundo dividido entre capitalismo e comunismo(guerra fria),achávamos que as guerras não teriam mais motivos para acontecer.

Pois estávamos errados.

Uma simples diferença de crenças e religiões seria um motivo a mais para uma nova guerra a ser travada.

Sem inimigo decretado,sem esperança de acabar.

O ataque as torres gêmeas,pentágono e a tentativa de ataque à casa branca,foi a declaração de guerra que era necessária para afirmar aquilo que muitos já sabiam.

A "América" em todo o seu esplendor e glória,poderia ser ferida,com a guarda baixada,o seu simbolo de maior orgulho,derrubado,queimado,e simplesmente reduzido a pó.

Vitimas?

Várias.De várias nações,de várias crenças,de vários povos.

Alguns disseram que foi um preço a se pagar.

Um alto preço.Para demonstrar a fragilidade,para demonstrar o poder,ou,simplesmente para demonstrar que alguns poderosos poderiam ser feridos gravemente,onde mais se dói:no orgulho,acima de tudo.

O medo de um novo atentado foi aumentando devastadoramente,a paranóia tomando conta das pessoas,uma simples diferença na cor da pele já é motivo para se ter medo,receio,e para agir,quer seja isso bom ou ruim.

O islamismo foi satanizado por muitos,qualquer sinal de islamismo ou mundo árabe gera uma desconfiança,um temor.

Esse foi um motivo a mais para atacar países do oriente médio,como Iraque,Afeganistão,e proximidades.

Alguns especialistas dizem que esse momento está mais para "guerra do petróleo" do que "guerra ao terrorismo".

Mas isso já é assunto para outro post...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Um Pouco De Kadaffi,um Pouco do Oriente Médio...


Os conflitos na Líbia para retirada do ditador Muammar Kadhafi começaram no mês de fevereiro. Mas, devem continuar por algum tempo. É o que afirma a professora de História Árabe, Arlene Clemecha.

Neste cenário pouco estável – as situações de conflito armado entre os opositores e os simpatizantes do ditador, que se manteve por 42 anos no poder - um fator central para o futuro da região deve ser a maneira com que os apoiadores internacionais irão interferir na implementação do novo processo democrático.

Arlene pondera que “ainda existem dúvidas de como será um novo governo com grupos ideologicamente diferentes”, mas afirma que o Conselho Nacional de Transição, grupo de representação política dos rebeldes, deverá estabelecer eventos eleitorais e iniciar uma reconstrução do país.

A especialista detalha ainda que uma intromissão estrangeira direta poderia deslegitimar a luta dos líbios e seu poder de organização. “Alguns países envolvidos nas operações da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) já anunciaram que não cuidarão de assuntos internos”, afirmou.

Já eu,penso que a "intromissão estrangeira",não vem de hoje,a luta pelo petróleo e as riquesas do oriente médio já vem deixando o seu rastro de guerras a muito tempo:Kuait,Iraque,Afeganistão,e quem sabe que outros paises mais estão nessa lista de terror e guerra
         
   Entenda os Conflitos
           
            Os confrontos entre rebeldes e governo começaram há seis meses, quando manifestações pró-democracia se espalharam pela África do Norte e o Oriente Médio. O movimento, chamado de “primavera árabe”, derrubou dois presidentes, na Tunísia e no Egito. Em outros países, como Síria, Iêmen e Bahrein, os levantes foram reprimidos pelos regimes.

             Vamos ver até onde isso vai...