sexta-feira, 16 de março de 2012

CIENTISTAS DESCOBREM NOVO ELEMENTO


 

Cientistas da Universidade de Stanford estão trabalhando com elétrons estáveis em um novo material bastante curioso. Sem nome definido, o material foi criado com um campo magnético de 60 Tesla, que é 30% mais forte do que qualquer campo encontrado na Terra.

Entender o comportamento dos elétrons neste caso pode ser muito importante para modificar conceitos em uma série segmentos da ciência e tecnologia.

Hari Monoharan, professor de física de Stanford, disse que agora será possível entender algumas propriedades fundamentais dos elétrons em campos magnéticos mais fortes e também o comportamento deles em materiais não muito comuns. O professor disse que ele e seus assistentes se baseiam em propriedades do grafeno para montar a nova estrutura.

Os cientistas criaram estruturas similares a favos de mel utilizando um microscópio de tunelamento. Com o equipamento, também depositaram monóxido de carbono, que é capaz de repelir os elétrons no material, criando o padrão que pode ser visto na imagem. Depois eles colocaram o monóxido de carbono novamente sobre a superfície e os elétrons se comportaram como se estivessem em outro mundo.

Esse novo material, segundo os pesquisadores, pode ser um ótimo aliado para que os cientistas possam criar diversas outras estruturas em escala nano – com propriedades eletromagnéticas únicas. Quem sabe seja um avanço para que a ciência consiga entender o funcionamento do que existe fora do planeta.

DESCOBERTA NOVA ESPÉCIE DE HUMANOS

Por Maria Luciana Rincon Y Tamanini em 15 de Março de 2012
 

  

Um crânio, originalmente descoberto em 1979 na província de Guangxi, foi recentemente analisado por um grupo de cientistas, revelando que este pode ter pertencido a uma espécie completamente desconhecida de seres humanos.

Os pesquisadores observaram que o crânio possui ossos mais espessos, região das sobrancelhas extremamente proeminentes, face bastante curta e achatada, além de não apresentar queixo, um traço presente nos humanos modernos. Em outras palavras, o crânio mostra peculiaridades anatômicas totalmente inéditas, nunca observadas em nenhum outro espécime da raça humana.

Os especialistas afirmam que o nosso “primo distante” mostra um mosaico de características primitivas — como as dos nossos ancestrais de milhares de anos —, mas ao mesmo tempo traz características similares às dos humanos atuais. Entretanto, ainda é pouco claro como essa nova espécie se encaixa em nossa linha evolutiva.

Teorias evolutivas

Uma das teorias é a de que essa espécie pode estar relacionada aos nossos ancestrais mais antigos, os Homo sapiens, que se desenvolveram na África há aproximadamente 200 mil anos, espalhando-se pela Ásia, até chegar à China. Outra teoria sugere que eles podem ter sido descendentes dos hominídeos de Denisova, que habitavam a Sibéria entre 30 e 50 mil anos atrás.

Contudo, os pesquisadores preferem acreditar que se trata de uma nova linha evolutiva, que se desenvolveu paralelamente à nossa espécie, tal como os Neandertais fizeram, até porque essa nova espécie apresenta diferenças com relação à espécie africana. Apesar de ainda não se saber de onde eles vieram exatamente, os cientistas descobriram que eles existiram até bem recentemente, pois os fósseis encontrados têm apenas 11.500 anos (quase nada em se tratando da arqueologia), sugerindo que, ao contrário dos Neandertais, eles sobreviveram à era do gelo.

Testes de DNA

Apesar de todas as diferenças anatômicas presentes no crânio, existem evidências de que esse nosso primo distante cozinhava grandes cervos em cavernas, o que os separa dos símios.

Serão realizados testes de DNA, que devem ajudar a solucionar o mistério, esclarecendo se realmente se trata de uma nova e inédita espécie ou da mistura de outras raças, e, quem sabe, ajudar a determinar o grau de parentesco que eles compartem conosco.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/20714-descoberta-na-china-uma-nova-especie-de-humanos.htm#ixzz1pFMFabSv

segunda-feira, 12 de março de 2012

NEM SE VOCÊ FOSSE UM CAVALEIRO DE CISNE.....

Você pode até não ser um cientista, mas certamente já deve ter ouvido falar no chamado “zero absoluto”.

 A ideia, criada pelo físico William Thonsom, diz respeito exatamente à menor temperatura existente no mundo, e que faria com que toda energia térmica de um material ou ambiente desaparecesse. Em outras palavras, é a temperatura que faz com que todas as moléculas parem de se mover, criando o maior grau de estabilidade.

No entanto, até hoje, isso nunca ocorreu. Com exceção de Cavaleiros do Zodíaco, a temperatura de -273,15 °C (ou 0 kelvin, como foi estabelecido) nunca foi encontrada na natureza. Tanto que o ponto mais frio de toda a galáxia, a Nebulosa de Bumerangue, marcou o mínimo de -272° C.

 Isso quer dizer que é praticamente impossível alcançar o zero absoluto, por mais que você eleve seu Cosmo até o Sétimo Sentido. O conceito funciona perfeitamente em cálculos e em teorias, mas não na realidade.

Além disso, por mais que a temperatura chegasse a esse extremo, o suposto cessar de toda e qualquer ação também não aconteceria. Por mais que o 0 kelvin seja atingido, algumas moléculas de ar, por exemplo, continuariam com seu movimento de vibração e rotação, mesmo que em uma escala infinitamente menor do que em condições normais. Um exemplo disso é citado pelo site io9, em que partículas de gás carbônico existentes no ar ainda teriam oxigênio circulando à sua volta.

 

O problema da transferência de energia

Outro ponto que impede o zero absoluto — exceto se você for um Cavaleiro do Zodíaco, é claro — é a transmissão de calor. O processo de refrigeração se dá exatamente quando algo “rouba” a energia térmica de um corpo para chegar a um equilíbrio. Trata-se do conceito básico da Termodinâmica.


 

Em outras palavras, Shun jamais conseguiria esquentar Hyoga apenas com seu corpo.Coisa que sinceramente eu achei a cena mais ruim do anime...rsrs.

O problema é exatamente o que fazer com essa energia “retirada”. Como você deve se lembrar, um dos princípios básicos da Física é exatamente o fato de que nada se perde ou cria, mas se transforma. Desse modo, a energia térmica de um corpo não poderia simplesmente desaparecer, sendo apenas transferida. Levando em conta que o corpo humano tem, em média, 37 °C, para congelar alguém no 0 K seria preciso extrair nada menos do que 310 ºC — e a dificuldade seria exatamente o como realizar esse proces

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/20545-nem-seu-cosmo-pode-ajudar-entenda-por-que-o-zero-absoluto-e-inviavel.htm#ixzz1oxBvbPN1

sábado, 10 de março de 2012

CIÊNCIA PERTO DO DESCOBRIMENTO DA PÁRTICULA DE DEUS

"Cientistas podem ter encontrado a partícula de Deus." Foi com essa frase estampada em manchetes pelo mundo que o maior experimento científico do planeta recuperou parte de sua reputação. Lançado com estardalhaço na mídia internacional, o acelerador de partículas LHC estreou com o pé esquerdo, em 2008. Devido a uma falha de soldagem, a máquina de US$ 10 bilhões ficou de molho por mais de um ano. Mas agora a pista de 27 km enterrada sob a fronteira entre a França e a Suíça está produzindo resultados que podem justificar o investimento. Por conta deles, uma das ideias mais importantes da física pode ser comprovada: o bóson de Higgs, mais conhecido por partícula de Deus.

A partícula celestial é uma popstar da ciência. Procurada há mais de 40 anos, chegou a ser chamada de "o Santo Graal" da física. Mas a fama veio mesmo quando o cientista Leon Lederman resolveu escrever um livro sobre ela. A intenção de Lederman não tinha nada a ver com canonizar a partícula idealizada por Petter Higgs em 1966. Muito pelo contrário. Tanto que o título que Lederman propôs para o livro foi The Goddamn Particle (A Partícula Amaldiçoada). Mas os editores acharam melhor transformar a revolta de Lederman com a dificuldade em encontrar a partícula em algo mais comercial. O livro saiu como The God Particle (A Partícula de Deus). E o apelido pegou. Agora "bóson de Higgs" está para "partícula de Deus" assim como Edson Arantes do Nascimento está para Pelé.

Para entender o que ela tem de divino, responda: qual é a diferença entre você e um raio de luz? "Nenhuma" seria a resposta há 13,7 bilhões de anos, no instante em que o Universo nasceu. Nesse estágio embrionário do Cosmos, a grandeza física a que chamamos massa ainda não existia. Nada tinha peso. A matéria que forma o seu corpo hoje era só uma coleção de partículas subatômicas se movendo à velocidade da luz. E aí é que vem a bênção. Certas partículas, os bósons de Higgs, estavam espalhadas por cada milímetro do Universo. Uma hora elas se uniram e, num processo similar ao vapor d¿água se transformando em água líquida, e formaram um "oceano" invisível - o Oceano de Higgs. Para algumas das outras partículas que vagavam por aí não fez diferença, caso dos fótons, que passavam (e ainda passam) batidos por esse oceano. Para outras, fez toda. Caso dos quarks (as que formam basicamente todo o seu corpo). Do ponto de vista delas, o Oceano de Higgs era (e ainda é) como um óleo denso. E à força que os quarks fazem para atravessar esse óleo nós damos o nome de massa. Em suma: sem os bósons de Higgs, a matéria não existiria - já que "matéria" é tudo o que tem massa. E você seria algo tão sem substância quanto uma onda de rádio. Chato.

Essa é a teoria de Peter Higgs. Uma teoria complexa, com pinta de ficção científica, mas que está a caminho de sair do mundo das ideias. Não é à toa que os físicos do CERN estejam em festa só com os sinais de que ela talvez se comprove.

E como os cientistas fazem para encontrar esses sinais? Eles pegam pedaços de átomos, aceleram loucamente e provocam colisões frontais entre eles. Das pancadas saem explosões com intensidades similares à do Big Bang, mas confinadas a um espaço ínfimo. No meio, da força dessas explosões deveriam aparecer bósons de Higgs soltos, assim como havia há 13,7 bilhões de anos, segundo a teoria. Bom, os cientistas vasculham dados dessas batidas para ver o que aparece de fato. É um trabalho parecido com procurar agulhas em palheiros. No caso do bóson de Higgs, agora, o que eles encontraram foi o brilho da agulha. Não é pouco: imagine que provar algo na física seja como jogar na Megasena. Por essa comparação, os dados encontrados no LHC são tão bons quanto acertar uma quadra.

A questão é: valeu a pena investir bilhões só para tentar comprovar uma teoria que não tem nenhuma aplicação prática? Quem responde "não" costuma pensar que o estudo dos problemas teóricos fundamentais da ciência não tem utilidade prática. Mas foi de coisas sem "utilidade" que surgiu o mundo que a gente conhece. A relatividade de Einstein, por exemplo, possibilitou o GPS. E o mesmo instituto do acelerador de partículas foi um dos reponsáveis pela criação da internet. O maior argumento a favor do LHC, enfim, é justamente a imprevisibilidade de resultados práticos que podem sair da ciência pura. Nesse sentido, a busca pela partícula de Deus não deixa de ser uma aposta na magia.
Na magia divinatória da ciência.

VOLTANDO COM TUDO

Olá,pessoal.

Eu fiquei um tempo parado por motivos de muitos trabalhos e estudos,mas estou voltando aos poucos e vou postando umas coisas bacanas que encontrei por aqui.

Espero que gostem e cada vez mais estou voltando.

Muito obrigado e curtam o que vem por ai,nessa nova fase.